30.4.07

Estar em Suzano em um dia comum à tarde me faz lembrar de dois anos atrás, pipoca, filme B e ócio. É bom estar em casa, é bom ver meus pais e meus irmãos. Ficar, não só estar de passagem. Por que o que eu tenho na grande São Paulo? Tenho nada, sou nada. Aqui sinto que sou, sinto-me viva.

É cada vez maior a vontade de cortar os laços. Afinal, o que posso eu saber? Nada.
Estou de coração partido e alma inquieta.
2 paroxetinas.

Dê-me tempo para construir minha caverna.
Onde só eu terei a chave.
Onde só eu poderei habitar.

Mais ninguém.

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